BOLETIM DE VOTO À DISTÂNCIA – Assembleia Geral Extraordinária da Nortox S.A. de 30 de abril de 2021, às 09:00 (nove horas).

O presente boletim deve ser preenchido caso o acionista opte por exercer o seu direito de voto à distância, nos termos do § 2º-A do artigo 124 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada pela Lei 14.030,de 28 de julho de 2020, conforme regulamentado pela Instrução Normativa do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI) nº 81, de 10 de junho de 2020.
 
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Falece em Rolândia Herbert Bartz, pioneiro do plantio direto na palha

Faleceu na madrugada dessa sexta-feira (29), em Rolândia, no Paraná, o produtor Herbert Bartz, aos 83 anos. Bartz foi um dos pioneiros da introdução do Sistema de Plantio Direto na Palha. Segundo informações repassadas por sua filha, a pesquisadora Marie Bartz, Herbert faleceu por falência múltipla dos órgãos, em decorrência de uma pneumonia. Ele deixa a esposa Luíza, a filha Marie e o filho Johann Bartz.
 
Herbert Bartz foi o primeiro a apostar na técnica do Plantio Direto quando, há 47 anos, plantou pela primeira vez sobre a palhada. Esse sistema revolucionou a agricultura brasileira e mundial. A história de Bartz é inspiradora, continua atual e mostra um norte para o futuro do agronegócio brasileiro. A saga desse agricultor já foi contada e registrada em livro, como uma biografia que retrata não somente a trajetória de um pioneiro, mas um relevante capítulo da história da nossa produção agrícola.
 
Nascido em Rio do Sul (SC), em 14 de fevereiro de 1937, filho de imigrantes germânicos, ele passou boa parte da infância e da juventude na Alemanha, em meio à Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945). Enfrentou a fome e sobreviveu ao terrível bombardeio da cidade de Dresden, onde estava em fevereiro de 1945.
 
Quando voltou para o Brasil, em 1960, estabeleceu-se em Rolândia, na Fazenda Rhenânia, ao lado do pai, Arnold, e dos irmãos. Tornou-se agricultor.
 
Aborreceu-se com todas as dificuldades que a vida de homem do campo impunha. As doenças dos animais, os fracassos das lavouras. O clima indomável, as chuvas torrenciais. A erosão. A terra e a fertilidade indo para os rios.
 
Deu o basta em 1971, depois de uma tempestade, quando assistiu, de guarda-chuva em uma mão e lanterna na outra, o solo arado e gradeado se desfazendo. Viajou atrás de soluções e voltou dizendo que o certo era plantar sem arar e gradear. Fazer plantio direto ou, como diziam nos Estados Unidos, “No-Tillage” ou “No-Till”.
 
Herbert Bartz sabia valorizar os alimentos depois de todas as agruras que passara na infância.
 
Em 1972, com uma plantadeira Allis-Chalmers que ele mesmo importou, fez o primeiro plantio em larga escala sem revolver o solo da América Latina. Os vizinhos começaram a dizer que ele havia enlouquecido.
 
O fato era tão inédito que a Polícia Federal apreendeu toda a produção de soja resultante daquela iniciativa.
 
Mas Herbert Bartz não era de esmorecer. Pelo contrário. Passou a difundir o Sistema Plantio Direto para quem quisesse aprender, de graça, sem cobrar nada de ninguém.
 
Nos agricultores Franke Dijkstra e Manoel Henrique Pereira, o Nonô, encontrou os companheiros perfeitos para uma grande jornada educacional pelo interior do Paraná e de outros estados do Brasil. Pelo exemplo, convenceram muitos outros, ainda na década de 1970, quando surgiram os “Clubes da Minhoca.”
 
Bartz proferiu inúmeras palestras no Brasil e em países vizinhos, sempre acompanhado de seu projetor de slides, mostrando com imagens os benefícios de conservar o solo.
 
Em certa ocasião, diante da incredulidade de debatedores, que insistiam o Sistema Plantio Direto não permitia a descompactação do solo e enfatizavam que era preciso sim usar arados e grades, saiu-se com esta: “Eu sei resolver o problema da compactação quando ela atinge o solo, mas não sei o que fazer quando atinge o cérebro humano.”
 
(Notícias Agrícolas)

Mensagem ao produtor rural, aos nossos clientes e fornecedores

Milhões de pessoas estão isoladas em suas casas devido à pandemia do coronavírus. Porém, para que essas pessoas fiquem em casa, muitas outras precisam trabalhar para garantir itens básicos, como o pão na mesa. É assim no campo, onde o produtor segue trabalhando de sol a sol, é assim com as empresas de transporte, com a indústria de alimentos, com os supermercados e com empresas como a Nortox, que há 66 anos tem um portifólio de produtos consagrados pela agricultura.
 
Nós, da Nortox, estamos adotando todos os cuidados recomendados pelos especialistas para que nossa equipe tenha o ambiente mais protegido possível contra o coronavírus. Cada colaborador foi chamado a conhecer e utilizar corretamente todos esses itens e observar se os seus colegas de trabalho também estão agindo de forma adequada para se proteger e para proteger os demais.
 
Por isso, a Nortox segue ao lado do produtor e atendendo nossos clientes, fornecedores e parceiros, ciente de seu papel na cadeia produtiva. Ajudando a semear, proteger e nutrir as lavouras brasileiras, a Nortox está contribuindo para que milhões de pessoas tenham a garantia da segurança alimentar, sobretudo nesse momento tão crítico para o nosso país e o mundo.
 
Nortox S/A

Brasil é o terceiro maior exportador agrícola

Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), divulgados no início da semana, mostraram que o Brasil se tornou o terceiro maior exportador agrícola do mundo, terminando o ano de 2016 com 5,7% do mercado global. Nesse cenário, o País ficou atrás apenas dos Estados Unidos com 11% e da Europa, com 41%.
 
De acordo com a FAO, todos os países emergentes cresceram no ranking, sendo que representavam apenas 9,4% do mercado agrícola global no ano 2000, contra 20,1% em 2015. Além disso, dos dez melhores colocados no levantamento, quatro estão com a economia em desenvolvimento, com China, Indonésia e Índia se juntando ao Brasil como os principais responsáveis por essa expansão.
 
No início do século o País era superado também por Canadá e Austrália, que somavam 3,2% do mercado e tendo disputado posição com a China, ambos com 3%. Outro dado interessante foi o valor adicionado por trabalhador, que dobrou entre 2000 e 2015, passando de US$ 4,5 mil no início do século para US$ 11,1 mil quinze anos depois.
No entanto, a organização indicou que as mudanças climáticas podem prejudicar essa expansão para os próximos anos. Segundo a FAO, as vendas externas do Brasil devem sofrer uma contração significativa até o ano de 2050, já que o mundo terá que dobrar a sua produção agrícola nos próximos 30 anos.
 
O maior problema ocorrerá em alguns países, como o Brasil, isso porque a FAO informou que “as mudanças climáticas vão afetar a agricultura global de forma desigual, melhorando as condições de produção em alguns locais. Mas afetando outros e criando ‘vencedores’ e ‘perdedores’”. Os países de baixas latitudes devem ser os mais afetados e regiões com clima temperado devem ser beneficiadas com o aumento da temperatura. (Agrolink)

Brasil não tem onde armazenar safra recorde de grãos

Segundo estimativa de maio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra brasileira de grãos de 2018 superará, novamente, suas projeções iniciais. Até o momento, o resultado deve ser o segundo maior da história, com previsão de mais de 232 milhões de toneladas, ganho de 1,3% em relação ao relatório do mês anterior. Além disso, a estimativa para a área plantada, que antes era de 61,5 milhões de hectares, cresceu 1,1% em relação ao ano passado. Ainda de acordo com as perspectivas, os maiores volumes serão de soja e de milho, seguidos pelo feijão, que correspondem a mais de 200 milhões de toneladas.

No entanto, ao mesmo tempo em que os produtores comemoram a colheita, também se preocupam com a armazenagem adequada dos grãos produzidos. O principal gargalo da cadeia produtiva nacional de grãos ainda está no setor de armazenagem: no país, o déficit de armazenagem já bate a casa de 80 milhões de toneladas, o que aponta que o Brasil não tem onde guardar mais de um terço de sua produção agrícola. Hoje, essa defasagem representa para o país a perda de mais de 2 bilhões de reais por ano no mercado de grãos.

Neste contexto, um levantamento feito pela Kepler Weber, líder em projetos completos para armazenagem e beneficiamento de grãos, mostra que a região Sul é a segunda no ranking da defasagem: mais de 20 milhões de toneladas de déficit de armazenagem.

Ainda de acordo com o levantamento, alguns fatores colaboram para esse cenário brasileiro:
A baixa capacidade de armazenagem nas propriedades rurais força o produtor a comercializar e escoar suas safras na época de preços mais baixos e de fretes mais caros;

No Brasil, as fazendas possuem apenas 16% da capacidade de armazenagem, o que sobrecarrega o transporte e a armazenagem intermediária em épocas de colheita, além de elevar a demanda de estocagem nos portos.
O resultado disso é que na época das colheitas dos grãos, os preços pagos aos produtores sofrem um achatamento acentuado, decorrente da alta dos valores dos fretes, das filas de caminhões nas rodovias e da demora prolongada para embarques nos portos.

Além disso, armazenar a safra em terceiros tem custos, que variam entre 9% e 12% do valor do total estocado.
“Nosso país é uma das maiores potências agrícolas do mundo e nossos grãos estão nas mesas de diversos países. Não podemos desperdiçar o trabalho do produtor, mas não há dúvidas: o problema do Brasil em relação às perdas de grãos ainda é recorrente porque os investimentos em logística no setor não são realizados de forma correta. E investir em logística significa abranger toda a cadeia produtiva em diferentes situações: varejo, atacado, armazenagem e atividades portuárias e ferroviárias”, afirma Anastácio Fernandes Filho, diretor presidente da Kepler Weber.

Contrário a esse cenário, os mecanismos de armazenagem inteligente da Kepler permitem que a produção seja estocada de forma adequada. Assim, a decisão do momento da venda da produção fica totalmente na mão do produtor, pois todos os grãos são armazenados adequadamente de forma a manter sua alta qualidade por mais tempo. O agricultor pode negociar, no momento mais propício, grãos com qualidade superior que resultam em mais lucro.

Com a armazenagem inteligente Kepler Weber também é possível controlar minuciosamente a rota de fluxo de grãos em todas as etapas, por meio de um sistema de supervisão central, que substitui a mão-de-obra manual no processo. Desta forma, o produtor tem não apenas uma ferramenta automatizada, mas uma cadeia integrada de armazenagem, com sistemas individuais e autossuficientes que acompanham as necessidades específicas de cada grão.

(Agrolink)

Brasil já recuperou mercados de carne, garante Blairo Maggi

Em audiência na Comissão de Fiscalização da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (31), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, garantiu que “tudo que o Brasil perdeu com a operação Carne Fraca já conseguiu recuperar”. O ministro foi convidado para falar sobre as consequências da operação para as exportações brasileiras e as providências adotadas para evitar novos problemas na fiscalização.

De acordo com o ministro Blairo Maggi, dos 93 países para os quais o Brasil exporta apenas quatro mercados que têm participação menor no conjunto de importadores continuam fechados. Dos que estão comprando carne brasileira, 33 estão com o comércio regular e 56 mantém inspeção reforçada.

O ministro revelou ainda que vem sendo estudadas mudanças no sistema de fiscalização que visam acompanhar o crescimento do setor e a necessidade de modernização. Enumerou ainda modificações já feitas, como o fim de nomeações políticas nas superintendências estaduais do Mapa, o que está em vigor desde maio. Sobre os estudos na área de inspeção, todas as partes envolvidas no processo estão sendo ouvidas, afirmou. “Não vamos fazer nada sem conversar com os servidores e representantes do setor produtivo”, observou. (Mapa)

 

Nortox alerta sobre emissão de boletos fraudados

Em razão de cobranças irregulares que estão chegando a alguns clientes, emitidas através de boletos fraudados, a Nortox divulgou nesta semana a seguinte nota:

  1. A Nortox não faz cobrança através de e-mail;
  2. A Nortox não pede para que seus clientes desconsiderem boleto emitido em Débito Direto Autorizado (DDA);
  3. A Nortox só faz cobrança por DDA e qualquer outra forma de cobrança deve ser desconsiderada, pois se constitui em FRAUDE;
  4. Caso você receba algum e-mail ou telefonema mencionando a necessidade de troca dos boletos, pedimos que entre em contato com o nosso Departamento Financeiro imediatamente, através do telefone (43) 3274-8585;
  5. Frisamos, por fim, que todos os nossos e-mails possuem a extensão “@nortox.com.br”. Desta forma, eventual e-mail enviado em nosso nome, contendo qualquer outra extensão, NÃO deve ser considerado.

 

À disposição para qualquer outro esclarecimento,

 

NORTOX S/A

Governo libera mais R$ 197,4 milhões para subvenção do seguro rural

Recursos superaram estimativa do mercado e se somam aos R$ 180 milhões que haviam sido liberados em agosto. Milho é uma das culturas beneficiadas

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou nesta semana a liberação de mais R$ 197,4 milhões para a execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural para este ano. Os recursos beneficiarão os grãos de verão, como soja, milho, arroz, entre outros, frutas (maçã,uva) e ainda segmentos do café, olerícolas, pecuária e floresta.

A autorização da liberação dos recursos foi feita pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e divulgada no Diário Oficial da União por meio da portaria nº 314, de 2 de outubro de 2017.

No início de agosto, o Ministério do Planejamento já havia liberado R$ 180 milhões do orçamento para a execução da política de seguro rural do Mapa. O montante foi utilizado principalmente para atender as culturas de inverno, como o milho e o trigo, cultivadas ao longo do primeiro semestre, além de parcela inicial de grãos de verão e frutas.

Até agora, o Mapa já recebeu 32 mil apólices de seguro, relativas a mais de 2 milhões de hectares do território nacional. A expectativa agora, com mais esse recurso liberado, é totalizar até o fim de novembro, cerca de 5 milhões de hectares amparados e em torno de 70 mil apólices de seguro com subvenção. (Fonte: Mapa)