Carne bovina responde por 45% da receita cambial do setor; a de frango, por 42%

Como já havia ocorrido em 2018, no corrente exercício a carne bovina completa o período como principal geradora da receita cambial das carnes. E a uma distância da carne de frango que se amplia ano a ano.

Há décadas e até dois anos atrás, a de frango se destacava – na geração da receita cambial – como a principal carne exportada pelo País. Em 2016, por exemplo, sua participação na receita das carnes (47,6% do total) ficou próxima da participação somada das carnes bovina e suína (37,6% + 10,3%; os 4,5% restantes corresponderam às demais carnes).

Já em 2018 a carne bovina assumiu a liderança. Representou – conforme dados coletados pelo MAPA junto à SECEX/ME – 44,5% da receita cambial das carnes, cabendo à carne de frango 43,6% e à carne suína 8,1%. Quer dizer: em dois anos a parcela da carne de frango recuou três pontos percentuais (8,4% a menos) e a da carne suína 1,8 ponto percentual (21,4% a menos). Ou, em síntese, a carne bovina avançou mais de 18%.

Considerados os primeiros 11 meses de 2019 esse processo apenas avançou: a carne bovina responde agora por 45,34% da receita total das carnes, enquanto a de frango responde por 42,27% e a suína por 9,45% (índice, este, que significa recuperação em relação a 2018).

Notar, pelos dados do MAPA que, juntas, as três carnes respondem por 97,06% da receita do setor. Porém, a maior parte (88%) está representada por produto in natura. Ou seja: as carnes com agregação de valor continuam tendo participação mínima nas exportações brasileiras de carnes.

(Fonte: Avisite)

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